- Vá embora, você não existe, sai da minha cabeça, saí da minha cabeça -gritei tapando os ouvidos sentindo como se tivesse levado um soco no estomago. Ele tinha que ir, ele não poderia me deixar louca, por mais que de alguma maneira eu quisesse que ele ficasse, por que talvez eu o amava, amava ? Eu amava alguém inexistente? Uma alma penada talvez ? Não sabia oque ele era, só não queria que ele fosse apenas fruto da minha imaginação, e se ele era, eu tinha de fazer parar aquilo, porque talvez aquela frase não era apenas uma metáfora, o amor realmente me enlouqueceu. Porque desde que eu contei a mamãe e Patrick ele tem aparecido em todo lugar
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10. Paranoia - Bem vinda ao inferno Grace
- Vá embora, você não existe, sai da minha cabeça, saí da minha cabeça -gritei tapando os ouvidos sentindo como se tivesse levado um soco no estomago. Ele tinha que ir, ele não poderia me deixar louca, por mais que de alguma maneira eu quisesse que ele ficasse, por que talvez eu o amava, amava ? Eu amava alguém inexistente? Uma alma penada talvez ? Não sabia oque ele era, só não queria que ele fosse apenas fruto da minha imaginação, e se ele era, eu tinha de fazer parar aquilo, porque talvez aquela frase não era apenas uma metáfora, o amor realmente me enlouqueceu. Porque desde que eu contei a mamãe e Patrick ele tem aparecido em todo lugar
9. Paranoia - Não quero que goste de mim
Dia seguinte.
Recostei-me na cadeira, e beberiquei meu café quando ficou
em uma temperatura que eu pudesse beber. Eu estava esperando por Ana, Shipley e
Peter durante vinte minutos, após pedir muito mamãe me deixou vir encontrar com
eles. Pois era quase um milagre pois ontem a noite enquanto jantávamos eu falei
com o garoto do balanço, conversei entre sussurros com ele, e ela quase me
levou ao hospital por estar tendo alucinações tão graves. Eu nunca conseguirei
controlar, é um fato.
7. Paranoia - Você é minha sanidade Grace
- Como foi sua noite ? -Perguntou a doutora Katherine e eu suspirei
- Normal -menti, dessa vez eu não falaria sobre ele, não diria que continuava o vendo, pois se eu continuasse com isso seria capaz dela pedir para
minha mãe internar-me em um hospital psiquiátrico por meses
- Esta se sentindo melhor ?
- Sim
- Você usou drogas, Grace ?
- Não
- Quer me contar como fora o surto ?
- Eu não me lembro -menti novamente- A única coisa de que me lembro era que estava na sala de Peter com ele e Brazil e Anna na cozinha com Shepley
- Oque você estava pensando na hora ?
- Eu estava no vazio, e não havia ninguém. Depois lembro-me vagamente de ver um ser como se fosse de outro mundo, sombrio. E mãos puxando-me para a escuridão.. para o chão.. E a ultima coisa que lembro-me antes de literalmente apagar fora que eu estava na cadeira eléctrica, tentando soltar-me e depois eu estava simplesmente me afogando
- Você tem certeza que não usou drogas, Grace ?
Paranoia - 6º Capítulo - Acho que te amo
Tossi inúmeras vezes depois de fumar um cigarro de maconha ao lado de Peter, e Brazil. Na casa dele, era cinco da tarde quando Anna chamou-me para ir encontrar com ela lá, e como a doutora havia recomendado eu sai para não ficar sozinha,e é oque eu tenho feito para evitar o garoto do balanço, mas ainda o vejo quando saio da clínica, ainda o vejo em meu quarto e quando estou bebada . Soltei a fumaça que prendia na garganta e fechei os olhos encostando no sofá , era primeira vez que eu havia fumado maconha, eu não deveria, pois a doutora disse "nada de drogas" . Eu senti meus sentidos indo embora a cada tragada
5. Paranoia - Sou gente
- Então é isso que se faz na faculdade ? -Ouvi perguntar, e abri os olhos, e o vi sentado ao meu lado da cama encostado a cabaceira, fechei os olhos de novo e suspirei.
- São quatro da manhã -sussurrei ainda de olhos fechados- Você é gente não, é ? Gente dorme.
- Oque você estava fazendo ? -ele perguntou em um tom que eu diria quase ingenuo
4. Paranoia - Realizações?
3. Paranoia - Ele não tem nome
- Meu Deus oque você esta fazendo aqui? -Sussurrei para o garoto do balanço, que estava sentado a minha cama quando eu acabara de sair do banho vestindo meu pijama de porquinhos com azas
- Acho que você estava esperando que eu aparecesse de novo. -respondeu em um tom baixo, e pausado como eu disse ele parecia que havia aprendido a falar como uma criança de dois anos
- Não estava não -sussurrei caminhando até a porta e a trancando, liguei o radio em um som um tanto baixo na radio local, para que mamãe não me escutasse. - Você não é gente -falei
- Sou sim
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