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Á Prova de Fogo - Cap.34

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Resolvendo as coisas
 

 Dois dias depois da ida do Justin para os Estados Unidos, Jason voltou para o colégio. Ele parecia mais estranho que o normal, usava óculos escuros o tempo todo e não frequentava mais as aulas -bem, isso não é muita novidade-, mas o que me deixou preocupada, foi o fato dele estar me ignorando por completo, quando nos encontramos no corredor ele passa reto, quando temos trabalho em dubla, ele não participa, eu acho que ele está bravo comigo por causa do ultimo acontecido. Bem, eu não tenho culpa dele ser tão ''durão'' a ponto de não se importar com nada, acredito piamente que o lema dele seja ''foda-se tudo, eu não me importo''. Porque ele age exatamente assim.  

Flashback #on 
Ontem quando nos encontramos no corredor, ele me ignorou -novamente-. Eu já não aguentava mais e queria resolver logo o que tinha que ser resolvido. 

- Por quanto tempo mais vai me ignorar? -parei em sua frente de braços cruzados, mostrando ao mesmo que eu estava falando sério.

- Eu não sei do que você está falando? -ele olhou-me indiferente.

- Okay, já pode parar. Você está chateado, por causa daquele dia da moto? Por quê se for por isso, eu... -ele interrompeu-me.

- Não é isso, e eu não estou chateado. 

- Se não estivesse, não teria dito 'não é isso'. Diga então, porque está assim?-ele bufou.

- Porque você não vai encher o seu namoradinho e me deixa em paz. 

- Hã? -o olhei sem entender do que ele estava falando, mas logo saquei. O namoradinho era o Justin- Do que você está falando, Justin e eu não temos nada, nós somos só amigos. 

- Não é o que parece. Se lembra de sexta-feira, de tarde, um balanço e dois idiotas se beijando? 

Claro, Jason deve ter visto Justin e eu nos beijando. Mas o que ele tem haver com isso? A não ser que... Jason McCann esteja com ciúmes, mas se ele estiver, então isso quer dizer que ele sente algo por mim. Isso parece loucura, mas é a única resposta plausível para ele estar tão distante, não que algum dia tenhamos sido ''melhores amigos'', mas antigamente era mais suportável.

- Não acredito que está com ciúmes -um sorrisinho formou-se instantaneamente em meus lábios- Então, você gosta de m... -ele interrompeu-me.

- Você é idiota, ou o que? Quer saber, eu estou indo embora. 

E ele se foi. Mas antes de ir, eu pude perceber que suas bochechas coraram um pouco quando eu disse aquilo. Eu ainda não podia acreditar. Ele realmente gosta de mim?

 Flashback #off

E cá estou eu. Como louca o procurando pelo colégio inteiro. Eu até mesmo, estava faltando as primeiras aulas para procurá-lo, sei que isso é errado, mas depois de ontem e de como ele agiu quanto ao que eu falei, percebi que ele talvez não fosse o único a carregar tais sentimentos.
Por isso, passei a tarde de ontem toda pensando sobre isso, e sobre o que sentia, e sobre como as coisas seriam daqui para frente se o sentimento fosse mútuo e se realmente houvesse sentimento. E eu acabei adormecendo de tantos 'e se'. E hoje de manhã, quando acordei as coisas pareciam estar mais claras do que nunca. Agora eu sabia, verdadeiramente... Que eu amava Jason McCann, ou ao menos, tinha sentimentos por ele e isso já é o bastante para se amar alguém.
Então, depois de procurar praticamente no colégio inteiro e quase ser pega por um dos funcionários do colégio, eu lembrei que faltava um lugar que eu não havia procurado ainda... O terraço do colégio. O terraço era onde o Jason passava o tempo, fumando. Ao menos, era isso o que eu achava e o que os outros diziam, por isso ninguém nunca colocará o pé lá. Era o território do McCann. Mas, hoje esse território seria compartilho com mais alguém.
Subi mais algumas -longas- escadas e finalmente estava de frente para a porta do terraço. Hesitei por um momento, mas logo a abri. Primeiramente, fiquei admirada com a bela paisagem a minha frente, e logo depois virei-me e pude perceber um McCann deitado no chão, seus dois braços estavam atrás da sua cabeça, segurando a mesma e seus olhos estavam fechados sem os óculos escuros. O pouco sol, que tinha naquela manhã nublada, iluminava Jason e o deixava mais bonito que o normal. Agachei-me ao seu lado, eu queria aproveitar a deixa dele, para tocar em seu cabelo. O que foi? Eu amo cabelos. Quando eu estava quase os tocando, Jason abre abruptamente os olhos, se levanta e agarra meu braço, isso tudo acontecera rapidamente, pois não tive como reagir. 
Seus olhos pareciam pegar fogo, e a luz do sol só deixava seus olhos e seu olhar ainda mais bonitos e felinos. Eu podia sentir-me derreter por dentro, e meu coração parecia explodir. Jason estava próximo demais.

- O que você pensa que está fazendo?

Como eu estava surpresa pela rapidez dele, e ao mesmo tempo envergonhada por ter sido pega. Disse a primeira coisa que me veio a cabeça, eu ainda agradeço a Deus por não ter gaguejado. 

- Eu amo cabelos -sorri um pouco encabulada, por estarmos próximos demais-

- Resposta errada!

Nos olhamos em silêncio por alguns poucos segundos. E eis que o destino me surpreende novamente. Jason chega mais perto e logo me beija, um beijo calmo e feroz. Sua mão que antes segurava meu braço, agora estava em minha bochecha, e as minhas mãos foram para o seu cabelo. Acho que tenho sorte, pois pude realizar-me duas vezes de uma só vez. 1) Pude tocar nos cabelos dele. 2) Pude beijá-lo. Voltei a realidade, quando percebi que Jason deitava-me aos poucos no chão, e como que por impulso, me remexi durante o beijo e logo os lábios de Jason estavam separados dos meus. Acho que ele entendeu o recado. Ele se levantou e eu fiz o mesmo. Ficamos nos olhando, ambos ofegantes. Essa era a outra deixa.

- Eu... gosto de você, Jason -pude sentir minhas bochechas pegarem fogo- Eu só não digo 'eu te amo', porque é um pouco cedo demais e também nós... -interrompida novamente, só que agora por um selinho. 

- Eu também gosto de você.

Ele estava sendo sincero, sei que estava, eu vi isso em seu olhar. E nem dá para acreditar que tanto tempo tenha se passado depois daquele dia... 

Respondendo comentários anteriores:
Anônimo: Sim, o balanço em si lembra a outra fanfic 'SK'. Mas os balanços estão em contextos diferentes e as fanfics são diferentes, então acho que não devem ser comparadas só por causa de um detalhe, que qualquer outra pessoa poderia colocar. Não sou eu quem escrevo 'SK', mas sim a Nina, bem, ela escrevia. Obrigada por comentar.
Cáah:  Eu voltei temporariamente, espero que entenda. Depois leia o 'aviso as leitoras', eu citei seu nome lá, não é nada ruim, confie em mim. kkkkkk tudo bem. Acho que Jason entendeu bem seu recado e veja só, ele já voltou. Obrigada por comentar :D. Continuei! Ah, capitulo grande ai Cáah, como havia prometido, bem, ao menos ele é maior que o anterior kkkkk.
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Á Prova de Fogo - Cap.33

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Dias tristes!




Uma semana depois.

Dois dias depois, saiu no jornal uma matéria sobre uma perseguição policial. No mesmo dizia que tinha corrido um acidente, mas que ninguém tinha se ferido gravemente, e que o motorista da moto e seu acompanhante haviam conseguido escapar. Quando li aquela matéria, paralisei. Mas o que mais me preocupava era que desde esse incidente, Jason não havia mais ido para o colégio. Hoje fazia uma semana que ele não aparecia. Como se não bastasse esse sumiço repentino de Jason, ontem fora a vez de Justin de surpreender-me.

Flashback On

Justin havia me ligado mais cedo, dizendo que queria falar comigo e perguntou se eu poderia ir até sua casa, eu disse que podia. Então aqui estamos agora, sentados em um balanço que fica no jardim de sua casa. Pattie não se encontrava, há essa hora ela e Charlie estavam na loja. Ficamos por um tempo em silêncio, só se ouvia o ranger do balanço.

- Sabe, minha mãe disse que quando eu era pequeno adorava ficar nesse balanço, disse que eu ficava nele por horas, indo para frente e para trás. Além de mim, só minha mãe já sentou nele –ele olhava para o céu, enquanto dizia isso-

- Sinto-me lisonjeada por isso –o olhei com um sorriso-

Justin tirou sua atenção do céu e olhou pra mim, por algum tempo. Eu não tinha certeza mais havia tristeza em seu olhar.

- Eu irei embora.

- Hãn?

Essa foi à única palavra que saiu de minha boca naquele momento. Eu estava bastante surpresa, como assim ele iria embora, assim de repente, sem mais nem menos.

- Irei passar um tempo com o meu pai nos Estados Unidos.

- Quanto tempo?

- Não sei, talvez um mês, eu realmente não sei - disse cabisbaixo-

- Já contou ao Chaz?

Ele assentiu. E ficamos em silêncio novamente. Nós dois estávamos olhando para o chão.

- Sentirei saudades - murmurei-

Justin levantou a cabeça e olhou-me. Gentilmente ele colocou a mão em meu queixo e lentamente virou meu rosto em sua direção.
- Apesar do nosso primeiro contato, não ter sido nada amigável –nós dois rimos- Eu não queria ir embora sem lhe dar uma coisa.

Foi como se eu tivesse adivinhado o que aconteceria depois. Ele aproximou-se e beijou-me, fechei meus olhos e apenas, me permite aproveitar aquela sensação que seu beijo trouxe. Depois de nos separarmos, nos abraçamos e ficamos assim por um tempo. Quando anoiteceu me despedi dele, mas eu o fiz prometer que manteríamos contato.

Flashback Off

Bem, há essa hora Justin já deve ter embarcado. Pattie ficaria aqui por conta da loja. Esses dias seriam longos...

Aviso: Desculpas tanto pelo capitulo pequeno, quanto pela demora. Acho que 'APDF' está chegando a reta final :'(.  Bem, minha imaginação para essa fic, está limitada, por isso acho que é melhor terminá-la, mas com um final bem emocionante e legal. Essa fic meio -muito- que saiu dos trilhos, mas nos capítulos finais, tentarei colocar tudo nos eixos. Se alguma de vocês, leitoras, ficou sem compreender alguma parte de algum capitulo dessa história, diga nos comentários que no último capitulo dessa fic, todas as dúvidas estarão esclarecidas. Okay?

                                                Respondendo comentários anteriores:
           Anna: Continuei ;), enjoy!
Cáah Costa: kkkkkkk. Bem, eu sei que você me pediu capitulo grande, não foi? Me desculpa mesmo, mas dessa vez não deu. Na próxima dou minha palavra que farei capitulo grande, especialmente para você que participa ativamente nos comentários ;D
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Á prova de fogo - Cap. 32

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      Perseguição


- Para onde você quer ir?

- Para qualquer lugar.

Apenas dei de ombros. Eu não estava importando-me para onde Jason nos levava. A moto estava em alta velocidade, mas não reclamei. Pelo contrário, eu estava gostando daquela sensação de estar além dos limites e quebrar as regras, nesse caso as de trânsito, pois estávamos a sessenta quilômetros em uma pista de quarenta. Se eu estava importando-me com isso? De modo algum, eu estava com as mãos agarradas na cintura de Jason e minha cabeça estava repousada em suas costas. Meus olhos fecharam-se e eu só aproveitava o passeio e o vento que batia em meu rosto.
Assusto-me com uma sirena que tocava alto e parecia vir de trás. Abro os olhos e olho para trás. Ótimo, a polícia estava na nossa cola. Droga! Virei para frente.

- Jason, a poli... –Jason me interrompe-

- Eu sei. Segure-se –respirei fundo e segurei forte em sua cintura- Não serei pego novamente! –sussurrou-

O que Jason quis dizer com “não serei pego novamente!”. Ele já foi preso?! Ótimo, se antes eu não conhecia Jason, imagine agora. E para piorar tudo, a viatura da polícia ainda estava atrás da gente. Jason acelerou mais ainda e começou a ultrapassar os outros veículos, aquilo estava deixando nervosa. Quando estávamos perto de uma encruzilhada, o nosso sinal ficou vermelho. Do lado direito vinha um caminhão e Jason apenas acelerou. Arregalei os olhos, quando percebi que íamos bater e fechei fortemente meus olhos, segurando ainda na cintura do Jason. Continuei de olhos fechados, até ouvir um barulho de freios e depois de alguma batida. Como eu não estava sentido dor alguma, resolvi abrir os olhos. Eu estava bem!
Percebi Jason olhando pelo retrovisor e sorrindo, ele parecia satisfeito. Olhei para trás, e me senti muito mal. A viatura da polícia havia batido no caminhão. Fiquei sem reação e por alguns minutos, eu apenas fiquei olhando para trás e lembrando aquela batida. E se alguém tivesse se machucado? Pior, e se alguém tivesse morrido? Seria minha culpa, pois eu estava no lugar errado, na hora errada e com a pessoa errada.

-Para. - sussurrei-

-O que?

- Eu disse para você parar a droga dessa moto! –esbravejei-  

Eu estava mal, muito mal. Meu dia tinha piorado umas duas vezes mais com aquele acidente. Meu estomago estava embrulhado, meu coração estava batendo rápido e eu podia sentir que a qualquer momento eu poderia começar a chorar. Jason parou a moto no meio-fio em frente a um beco vazio. Desci da moto e tirei o capacete, entregando-o ao Jason. Comecei a andar e já sentia as lágrimas quererem liberta-se.

- Onde está indo? –ele desceu da moto- Eu te fiz uma pergunta, será que dá para me responder? –agarrou meu braço-

-Não, não dá – Gritei. Meus olhos já começavam a marejar- Droga Jason! E se alguém tiver morrido, por conta daquele acidente?

- O problema não será nosso –disse dando de ombros-

- Como não?! –o olhei com indignação- Aquele acidente aconteceu por nossa culpa. Não posso acreditar que isso não te afetou. É uma vida. –disse exaltada-

- E eu não me importo e você também não deveria - disse calmo- Aquele não será o primeiro e nem o ultimo acidente que acaba em morte, Okay. Relaxa - se aproximou-

-ri debochada- Relaxar? Como? –suspirei- Eu vou embora... E sozinha.

- Ótimo!

Eu comecei a andar e logo Jason passa na minha frente com sua Ducati. Andei um pouco mais do que pensava, mas consegui chegar à casa de Charlie. Entrei e subi para meu quarto, agradeci mentalmente por Charlie não estar em casa, se não ela faria várias perguntas a mim e eu só quero descansar um pouco. Depois de tomar um banho, coloquei meu pijama listrado azul e cai no sono... 

 Aviso: Desculpem pela demora, mas como havia prometido postei nessa semana. Espero vocês no próximo capitulo!

                                                           Respondendo comentários anteriores:

           Cáah Costa: Tudo bem ;). Obrigada, e essa sua frase "CARA ELE TÁ TÃO NA DELA", lembrou-me do Greg de 'todo mundo odeia o Chris', quando ele falava pro Chris "Cara, ela está tão na sua" kkkkkkk. 
           Erika Cristina: Continuei, aproveite! E não, não sou eu quem escreve Serial Killer, mas sim a Amélie. 

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Á prova de fogo - Cap.31

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 Bolinhas de papel


 E logo a professora entra. Passam-se alguns minutos e uma bolinha de papel cai exatamente em cima de minha cadeira. Não olho para lugar algum, não estou interessada em saber de onde veio aquilo. Abro a bolinha e leio ‘Bitch’, o nome estava de caneta rosa e logo depois ouço risadinhas vindas do fundo da sala e por pura curiosidade, me viro e olho para trás. As garotas do grupo da Lauren –que são metidas- estavam lá e riam de mim, obviamente foram elas que jogaram aquilo. Respiro fundo e viro-me para frente, tentando me concentrar na aula. Mas logo outras duas bolinhas me acertam, e depois ouço risadas. Levantei-me da cadeira e disse à professora que não estava me sentindo bem e pedi a ela se eu poderia sair, para tomar um ar, ela deixou. Não tenho muita paciência, então se eu continuasse ali naquela sala com aquelas garotas, tenho certeza que mataria uma delas. Quando saio da sala, esbarro-me em alguém e suco cai em cima de mim. 


 Limpo meu rosto e olho para ver quem fez aquilo, era a Lauren, e ela estava rindo.

- Dá próxima vez presta atenção por onde anda - ri e entra na sala-

Naquele momento sentia-me uma estúpida tanto por não ter feito nada, como por ter me envolvido com Jason, pois se não fosse isso, talvez nada disso tivesse acontecido. Sai correndo, subindo rapidamente as escadas, fui até o terceiro andar. Lá era vazio, geralmente os alunos ficavam mais no primeiro andar, e ou no segundo mais o mesmo tinha pouco movimento, então o terceiro era perfeito para mim. Corri para o fundo do corredor e encostei-me na parede, descendo lentamente até estar sentada, não conseguia mais aguentar, então deixei que as lágrimas caíssem. 



- O que aconteceu? –alguém tocou-me no ombro-

-Porque haveria algo? –perguntei-o friamente-

-Porque está chorando - disse e eu continuei sem olhá-lo-

- Por sua causa! –limpei meu rosto e levantei-me, apontando o dedo indicador no peito de Jason- E por minha culpa, se não tivéssemos nos beijados nada disso estaria acontecendo.

- O que aconteceu com sua blusa? –ele perguntou olhando para minha blusa manchada de suco, agindo como se não tivesse ouvido nada do que eu havia dito a pouco-

-bufei irritada- Você está me ouvido merda! –gritei-

- Quem fez isso? –perguntou entre dentes-

- Não interessa, esquece –suspirei e passei por ele, iria embora-

- Responda-me! –disse ríspido e segurou meu braço, me impedindo de andar-

- Se você prestasse mais atenção nas noticias que ocorrem no colégio, saberia. Estou impressionada que não tenha recebido uma foto em seu celular, todos receberam - disse e soltei-me de sua mão-

- Não me importo com fofocas e estou surpreso de saber que se importa. E de que foto está falando?

- Essa não é a questão, Jason.

- Diga-me onde está a questão, então! Explique-me o que aconteceu.

-respirei fundo- Tiraram uma foto nossa nos beijando na festa e agora todo o colégio deve está pensando que temos um caso, e se isso não bastasse recebi um bilhetinho lindo essa manhã –entreguei a ele o bilhete- E pra finalizar minha bela manhã que saiu especialmente dos contos de fadas, me deram um banho de suco - disse e sentei-me de novo no chão, no mesmo jeito que estava antes dele chegar-

- Não ligue para eles. Não há nada entre nós, certo? –ele olhou e continuei de cabeça baixa- Então, não se importe. Quem jogou esse suco em você?

- Lauren –eu não iria dizer nada, mas aquilo havia escapado- Mas o que te importa?

Jason não havia respondido. E um silêncio reinou naquele corredor vazio. Só havia luz ali por conta da grande janela que estava ao meu lado e dela vinha os raios do sol.

- Quer sair daqui? –perguntou-me quebrando o silêncio-

Eu que ainda estava com o rosto entre minhas pernas, e que certamente estava com o rosto e com os olhos vermelhos, por conta do meu choro. Em resposta a pergunta de Jason, apenas assenti com a cabeça e me levanto ao mesmo tempo que ele. Descemos as escadas e felizmente os corredores estavam vazios. Assim, saímos tranquilamente do colégio. Sei que talvez essa minha saída me dê problemas, mas simplesmente preciso de ar...

 Aviso: Primeiramente, desculpem-me pela demora. E eu sei que esse capitulo está meio -ou muito- ruim, mas eu não tive tempo de relê-lo e de arrumá-lo. Continuem comentando ou melhor, comentem e obrigada a quem já comenta! 


  Respondendo comentários anteriores:
Erika Cristina: kkkkkkk Continue, aproveite :)
Cáah Costa: Bom, o primeiro bilhete que ela recebeu desse garoto misterioso foi no cap. 13, lá pro final do capitulo. Não há muitos bilhetes dele, são só alguns que estão nos capítulos anteriores. Elas irão ter o troco, em algum momento da história. Quer eles juntos? Espere pelo próximo capitulo então ;) e não esqueça de comentar. Continuei!