Á prova de fogo - Cap.30

2 comentários: | |

Foto polêmica! 




Parei quando avistei Justin atravessando a Rua com Chaz, vindo em minha direção.

- Precisamos falar com você - disse Justin, ele parecia apreensivo-

- Pode dizer.

- Aqui não, vamos lá à minha casa - agora foi à vez de Chaz de falar. Ele colocou sua mão em minhas costas me emburrando até sua casa-

Entramos os três na casa de Chaz, e o mesmo fez um gesto para que eu sentasse e assim fiz.

- O que foi? –perguntei e os dois se olharam-

- Diz. –disse Justin a Chaz e o mesmo respirou fundo se sentando ao meu lado-

- Ontem à noite você estava com quem? –perguntou Chaz-

- Com Jason - eu disse calma. Os dois deram outra troca de olhar. Algo havia acontecido- O que houve? Digam-me o que está acontecendo aqui!

- Bom, é que... –Justin começou, mas logo Chaz o interrompe-

- Olha isso! –Chaz estendeu sua mão em minha direção para que eu pegasse seu celular, eu o peguei e olhei-

- São só duas pessoas se beij... –paralisei quando finalmente entendi aquela foto- É eu e Jason, mas como? –perguntei aos dois-

- Não sabemos. Hoje de manhã recebemos essa foto pelo celular e temo que todo o colégio também tenha recebido-a -disse Chaz e eu coloquei as mãos no rosto-

- Quer merda! –sussurrei-

(...)

Virei-me para o outro lado. Não podia acreditar que meu fim de semana havia acabado, ele passara tão rápido. E infelizmente eu teria de ir para aquele colégio de merdas, e ainda tem aquela foto minha e de Jason nos beijando. Sorte que ontem quando cheguei Charlie não brigou, por eu não ter dormido em casa. Mas também Chaz e Justin disseram a ela, que nós havíamos dormido na casa de Justin, pois já era muito tarde quando voltamos da festa. Sai de meus pensamentos e fechei meus olhos, logo caindo no sono.

(...)

Desci correndo as escadas, indo diretamente a cozinha. Chegando lá, endireitei minha mochila nas costas e depositei um beijo na bochecha de Charlie. Fui à geladeira e peguei uma garrafinha de suco e um bolinho que estava na mesa.

- Não vai tomar seu café, querida?

- Não, desculpe-me Charlie mais estou atrasada, daqui a pouco os ga... –fui interrompida pela buzina que provavelmente era do carro da mãe do Chaz- Os garotos chegaram, tenho que ir. Tchau! –sai da cozinha rapidamente, não dando tempo de Charlie ao menos dizer algo-

Coloquei meu suco no bolso do lado direito da mochila e abri a porta, logo a fechando. Andei até o carro que era mesmo o da mãe de Chaz e entrei no mesmo, dando bom dia aos garotos. Depois de algumas conversas aleatórias entre nós três e algumas boas risadas, resolvi perguntar o que tanto me intrigava.

- Diga-me Chaz como sua mãe deixa você pegar o carro dela emprestado?

- Oi? –Chaz parou de prestar atenção na estrada e me olhou por um breve segundo, logo voltando sua atenção para onde importava-

-Justin bufou- Cara, ela quis dizer como sua mãe deixa um louco como você dirigir?

- Ah, isso. Seilá, minha mãe está sempre ocupada, então não liga muito para isso –Chaz disse e riu-

(...)

Já havíamos chegado ao colégio e logo quando entrei no colégio, os alunos que estavam perto do portão começaram a olhar para mim e cochichar com a pessoa ao lado e eu sabia que era sobre mim e sobre aquela foto, que todos já deviam saber. Eu simplesmente abaixei a cabeça e sai andando, fui diretamente ao meu armário e quando o abri um papel que estava dobrado caiu dele, pensei primeiramente que era do garoto que me manda esse tipo de coisa, mas o papel não estava em um envelope vermelho sangue, então não era dele. E logo quando li o conteúdo da mesma tive certeza de que não era dele. Estava escrito:

“Espertinha você, hein. Se faz de santa, mas come escondido. Só tome cuidado com quem você se envolve.”

Olhei pros lados e ainda havia alunos cochichando, eu apenas fechei o armário e guardei aquele papel no 
bolso. Sai andando em passos largos, até a minha sala. Entrei e sentei em minha cadeira e...


 Respondendo comentários anteriores: 'Desculpem pela demora'

Erika Cristina: Oi, seja bem-vinda ao blog Girl! Obrigada pelo incentivo, e aproveite o capitulo. Continuei ;)
Cáah Costa: kkkkkkk veremos o que pode acontecer entre eles. Acho que você não é a única a querer isso Cáah. Continuei, aproveite! Mas espera, porque você achou que eu estava no hospital? 

 

Comentem! Comentários incentivam a autora e são sempre bem-vindos!

Dangerous Attraction - Prologo

2 comentários: | |
Flashback

East Village, Nova York - 14 de Fevereiro de 2006

— NÃO, NÃO FAÇAM NADA COM ELA... POR FAVOR EU OS IMPLORO. – gritava a garota desesperadamente vendo-os brutamontes torturarem sua mãe, bem à sua frente enquanto dois cara a obrigava ver aquela desgraça acorrentada. – façam o que quiser de mim mas não façam nada com ela... – murmurou a garota entre lágrimas já sem forças para lutar contra as correntes em seus pulsos e tornozelos. –
— cale a droga da boca garota. – um dos brutamontes que a obrigava a assistir toda aquela tortura tapeou a garota a cada lado de sua face, fazendo com que um ferimento abrisse perto de seus lábios. –
A garota sentia sua garganta fechar-se como se não houvesse mais forças para gritar, ela queria salvar sua mãe a todo custo, mas soubera ela que não teria chances alguma acorrentada.  Assistiu em silencio todo o sofrimento de sua mãe acontecer, apenas ouvia-se de seus lábios seus soluços por conta do seu choro que escorria por todo sua face lavando seu rosto.
Fechou os olhos negando-se ver que eles faziam tal atrocidade com sua mãe. Sua mãe já não aguentava mais lutar por viver e já estava beira morte, o homem deu lhe mais um ponta pé em sua barriga fazendo-a cuspir mais sangue do que o devido. 
Tinha em mãos um canivete suíço e a faria morrer da forma mais lenta possível, agarrou a pelos cabelos agressivamente dando a perceber que sua respiração era cada vez mais fraca, e ergueu seu canivete aproximando cada vez do pescoço de Elizabeth, ela não debateu-se estava fraca demais para isso, passou o mesmo pelo pescoço da mesma fazendo uma passagem rápida e dolorosa para a mesma que rapidamente deu seu último suspiro em vida.
 Quando finalmente Elizabeth já estava sem sinal de vida alguma soltaram a garota e ela imediatamente correu para o corpo sem vida alguma de sua mãe, colocou a cabeça de sua mãe sobre seu colo deixando as lágrimas escorrerem por sua face enquanto afagava os cabelos de sua mãe.
— por favor mamãe volte pra mim... – sussurrou a garota já abraçada ao corpo de sua mãe, ela não queria sair de perto, ela queria de volta a única pessoa que a amou de verdade. – por favor não vá... não me deixe mamãe... – soluçou a garota enquanto acarinhava o rosto pálido de sua mãe. –

­[...]
— meu pai você? – a garota ria sarcasticamente para o cara que a fitava seriamente. – você não é meu pai...
— olhe o jeito como fala comigo garota.
— você jamais foi meu pai, você jamais esteve presente, e agora olha só quando minha mãe morre quem resolve aparecer, nossa que mundo pequeno, não? – ironizou a garota sentindo a raiva tomar cada célula de seu corpo, não iria deixar barato não mesmo. –
— você só tem 14 anos garota, exijo um pouco mais de respeito. – rosnou ele tornando a segurar o braço da garota rispidamente e apertando-o. –
— você não é meu pai e nunca será... – grunhiu a garota arrancando o braço das mãos do cara que lhe fuzilava. –   

Um pouco mais tarde, toda aquela tensão só piorou quando ela descobrira que teria de morar com o cara que dizia-se seu pai. Ela trancou-se no quarto recusando sair, na mesma noite, arrumou sua mochila com o que precisaria e decidiu que fugiria de casa. Arriscou a janela, ganhou alguns arranhões e quase teve seu braço fraturado mas nada disso a impediu de sair daquele inferno.
Não demorou muito a ficar perdida mas tudo isso a levou a esbarrar-se e conhecer “Jade”, uma garota que logo passou a ser confiável a si como uma irmã que jamais tivera, algo lhe dizia que num futuro próximo ambas seriam inseparáveis.
Com a vida e a dura realidade aprendeu a ser alguém que nunca fora nesta vida e jamais imaginaria ser.
She Is a Gangster


Serial Killer - 6º Capítulo - Aviso

3 comentários: | |

00:34 A.m

- Você esta bêbada -sussurrei para América que tirava minha camiseta após sentar em meu colo no pequeno sofá branco. Ela havia bebido quase a garrafa inteira de vinho, Deus, eu queria dormir com aquela mulher, mas não queria que ela estivesse bêbada 
- Não estou -ela sussurrou mordendo o lóbulo da minha orelha, fechei os olhos e agarrei sua cintura 
- Posso te prender por isso. -Hesitei

Serial Killer - 5º Capítulo

Nenhum comentário: | |

- Sim, her... Eu estava.. her... Sei que que esta ocupado com os casos e outras coisas em seu trabalho, mas eu estou com medo de ficar em casa sozinha, você aceitaria jantar comigo?
- Jantar? -Murmurei, e olhei para Will, os grandes olhos negros olhando-me como se já soubesse quem era.
- Sim, se não for atrapalhar
- Não... claro esta tudo bem. Onde  eu a encontro, senhorita?
- Pode ser na minha casa -ela fez uma pausa- espero que goste de comida francesa
- Chego as nove
- vou te esperar -e então ela desligou, coloquei o telefone no gancho de novo e Will sorria