Á prova de fogo - Cap. 29 -Aviso-

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Onde estou?

Virei-me para o outro lado, com preguiça de abrir meus olhos. Até que me toco de que não sei onde estou. Só lembro-me da festa e de mais nada. Meu coração acelera e eu levanto-me da cama. Vejo que aquele não era meu quarto, então a onde eu estava? Olhei para o chão e percebo que só estava de calcinha e sutiã. Desespero-me. Olho para o quarto em busca de minha roupa. Encontro à fantasia em um canto no chão, ao lado do que parecia ser um banheiro. Corro até ela pegando-a e entrando no banheiro, trancando a porta para que ninguém entre, até porque não sei onde estou e com quem estou. Visto a fantasia e olho-me no espelho. Estou horrível. O forte batom vermelho que na noite anterior estava em minha boca, sumira, deixando poucos vestígios. A maquiagem em meus olhos estava pouca e borrada. Meus cabelos estavam rebeldes como em todas as manhãs.
Depois de alguns segundos comecei a me ajeitar. Arrumei meus cabelos em um rabo de cavalo, só consegue prendê-lo, por conta da chuchinha que ainda estava em meu pulso e que eu havia levado à festa. Lavei meu rosto e o sequei na toalha que estava ao lado, olhei-me novamente no espelho e todos os vestígios tanto do batom, quanto da maquiagem haviam sumido de vez. Finalmente, aquela era eu. Depois de me arrumar, abri a porta do banheiro e sai do mesmo. Sem sinal de vida no quarto, a não ser o meu.
Abri a porta do quarto e olhei os dois lados do corredor, que por sinal era um pouco grande. Vazio. Sai do quarto, logo fechando a porta do mesmo atrás de mim. Comecei a andar pelo corredor, sempre olhando para trás, me certificando de que ninguém estava ali. Cheguei ao final do corredor, virei à esquerda, que por sinal era a única saída. E logo entrei em uma sala, as paredes eram brancas com alguns detalhes em preto, parecia grafite. A sala era espaçosa. Fiquei olhando toda a sala, até avistar a porta. Era minha chance de ir embora. E eu até iria se não tivesse curiosa em saber de quem era aquele apartamento. Sai de meus pensamentos, pois ouvi um barulho vindo de algum lugar ali perto. Comecei a andar até o local da onde o barulho havia vindo, era uma cozinha. Entrei na mesma e me deparei com alguém sentado tomando café. Pensei em recuar, mas quando percebi de quem se tratava paralisei. Era Jason. Eu havia dormido com Jason e sabe se lá o que fizemos, meu coração gelou quando pensei na possibilidade de ter tido algo com ele.

- Finalmente acordou, pensei que ai ter que ir lá - Ele disse sem me olhar, mas quando percebeu que eu não disse nada, olhou-me- Está tudo bem? –perguntou e logo após riu-

Finalmente consegue reagir e andei até a mesa, puxando uma cadeira e sentando nela. Eu precisava perguntar a ele se havia acontecido algo entre nós dois, noite passada.

- Por que está me olhando assim?

- Nada... Hum... Eu só queria perguntar uma... –ele me interrompe-

-Já posso adivinhar o que seja - disse rindo e olhou-me- E a resposta é não, não houve nada entre nós dois, mas... –quando ele disse que nada havia acontecido suspirei aliviada, mas voltei a ficar aflita com o seu ‘mas’-

- Mas o que? –perguntei-o-

- Não quero estragar a surpresa, você irá ficar sabendo mais cedo ou mais tarde –riu e mexeu em seu celular- Ah, tome –colocou na mesa um celular, nessa hora coloquei a mão nos bolsos da fantasia e o meu celular não estava lá- Estava no chão junto com sua fantasia, o peguei porque estava tocando... – o interrompe-

- Você atendeu meu celular? –arregalei meus olhos e peguei meu celular que estava na mesa-

- Sim. Era o babaca do Justin querendo saber onde você estava - disse e deu de ombros-

- E o que você disse? –perguntei a ele. Do jeito que Jason era só podia esperar sempre o pior-

- Disse que você estava dormindo e que não podia atender, ele ficou dando chilique, então o mandei se fuder e desliguei em sua cara - Jason disse aquilo com a maior naturalidade. E como eu disse só se podia esperar o pior dele- Ah, da próxima vez vê se desliga o celular, porque não serei tão educado, quanto fui dessa vez - Como assim teria uma próxima vez?-

- Não se preocupe. Não terá próxima vez –disse querendo deixar bem claro a ele, que o que quer que tenha acontecido não iria se repetir-

- Você que pensa, depois não diga que não avisei –deu de ombros-

Eu até que iria dizer algo, mas lembrei da ligação do Justin. Será que Charlie havia notado que eu não estava lá em sua casa, ou será que chamaram a policia? Sei que estou exagerando, mas garanto que isso já aconteceu comigo, deu sumir e a policia ser comunicada sobre “meu suposto sumiço”. Voltei à realidade e levantei-me da cadeira. Eu iria embora.

- A onde você vai? –perguntou Jason com suas sobrancelhas erguidas-

- Pra casa, ué - disse e o olhei-

- Com essa roupa? –perguntou e eu dei de ombros, como se não me importasse com aquilo- Okay, então. Se quiser ser sequestrada ou sei lá o que, pode ir.

- E o que você sugere? –cruzei os braços-

- Se quiser posso lhe dar uma carona - olhou-me. Era aquilo ou uma tragédia, até porque seria muito vergonhoso sair na rua com essa roupa-

- Eu aceito –sussurrei-

-Oi? Acho que não ouvi - ele disse parecendo não ter entendido, mas eu sabia que ele estava brincando-

- Limpou o ouvido hoje? Eu disse que aceito - disse um pouco irritada e ele riu-

-Agora sim –sorriu e levantou da mesa-
Fomos até a garagem na qual havia carros lindos, Audi, Bugatti, Ferrari (branca, preta, cinza), Porsche, Range Rover e mais duas marcas que eu não conhecia. Fiquei admirada, eu amo carros. Até que deixei escapar de meus lábios.

- Uau, como conseguiu todas essas obras-primas? –disse fascinada por elas e depois o olhei-

- Você gosta de carros? –arqueou as sobrancelhas e mudando de assunto, não me importei-

- Está tão na cara assim –ri- Quando eu morava no Brasil eu tinha um Mustang, mas meus pais o venderam, enfim eu amo carros - sorri-

-Que pena, mas iremos de moto –bufei e Jason riu- Deixa pra próxima - disse e piscou para mim. Porque ele estava tão certo de que irei ter uma próxima vez?-

- Porque acha que irá ter uma próxima vez? –perguntei e ele subiu em uma Ducati preta-

- Talvez seja só um palpite ou uma certeza, quem sabe - deu de ombros e depois me entregou um capacete-

Subi na moto e logo estávamos na estrada. Eu agarrava a cintura de Jason. Ele estava rápido demais. Virei de lado, deitando em suas costas e fiquei olhando a paisagem, parecia que estávamos na velocidade da luz, era uma sensação tão boa. Fechei meus olhos, sendo dominada por aquela sensação de segurança, mesmo que a moto estivesse rápida demais. Deixe-me levar. Depois de alguns minutos, a moto parou e eu continuei com os olhos fechados, passando que paramos em algum farol.

- Chegamos –Jason disse e logo depois pude ouvir sua risada- Sou tão bom assim que te fiz dormir –continuou rindo, bufei e desci da moto, entregando a ele o capacete-

- Obrigada - disse e arrumei meu cabelo-

-Disponha. Nos vemos por ai - abriu um lindo sorriso e logo depois desapareceu pela estrada-

Não sei por que mais estava sorrindo. Parei quando.....


Aviso:  Capitulo grande esse, pois hoje estava inspirada. Aproveitem, espero que gostem :D.

 Respondendo comentários anteriores:

Fãs Anônimas: kkkkkkkk Obrigada :), continuei. Aproveite!
Cáah Costa: *-* kkkkkkkkkk com o decorrer da história veremos se os dois ficaram juntos, não sei de nada. Continuei, aproveite :D

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Serial Killer - 3º Capítulo

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P.O.V América

- Você viu o noticiário?  -Perguntou Kara, quando me sentei em minha mesa de frente para dela no escritório. - Dois em uma noite
-  Vi -Respondi sem a olhar, estava mais concentrada no trabalho que eu tinha para fazer, eu não aguento mais dividir o mesmo ambiente que essa vadia, ela ganha mais do que eu e alem de tudo não para de falar um minuto se quer. Mas até que estou sendo paciente, irei mata-la essa noite, já que fiquei sabendo que se ela fosse despedida ou algo do gênero eu a substituiria. Foi uma bela notícia, a melhor que já recebi em meses.

Á prova de fogo - Cap.28

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 Hora da festa!


 Havíamos chegado. Chaz procurava uma vaga para estacionar, pois quase todo o quarteirão já estava ocupado por carros. Felizmente, Chaz conseguiu achar um lugar vazio ali perto de onde a festa rolava, só eram vinte passos do carro a festa e vice-versa.
Depois de ter estacionado, descemos do carro e fomos em direção ao local do barulho. Em frente á casa tinha pessoas fumando, outras se beijando encostadas em seus carros, ou nos de outras pessoas. O caso é que se aqui fora estava assim, imagina lá dentro.

-Deve estar demais lá dentro, olha só - Disse Chaz apontando para as pessoas que estavam quase se comendo em frente á casa. Eu apenas continuei calada-

A cada passo que eu dava mais perto da porta eu ficava. E comecei a cogitar a hipótese de que ter escolhido aquela fantasia extravagante, não tenha sido uma boa idéia. Quando passamos pela porta, todos nos olharam.

- Por que todo mundo está olhando pra cá? –perguntou Chaz-

- Por causa da (SeuApelido) –disse Justin e logo a Lauren/patricinha a dona da festa veio em nossa direção-

- Ora, ora quem vemos aqui - disse ela e olhou-me com um sorriso zombador em seu rosto- De qualquer forma sejam bem-vindos - disse e nos deu passagem. Quando Justin e Chaz passaram, Lauren puxou meu braço- Que fantasia é essa, está pior que se estivesse vestida de salva-vidas - riu soltando meu braço e logo em seguida foi para perto das outras vadias/patricinhas-



Bufei. Olhei em volta e não avistei nem Chaz e nem Justin. Ótimo, estava sozinha naquela droga de festa, com aquelas drogas de pessoas. Comecei a andar entre elas, e por onde eu passava arrancava olhares de garotos e garotas. Sentia-me perdida e muito nervosa. Precisava beber algo. Cheguei à cozinha e lá felizmente não tinha tantas pessoas, só umas três ou duas, que não demoraram muito para sair e me deixarem sozinha. Na mesa só havia bebidas alcoólicas, nenhum suco, nem mesmo água.
Quando eu morava no Brasil, eu ai a muitas festas tanto do trabalho do Christopher e Marta, quanto os das baladas e bares. Mas nunca bebera algo alcoólico, pois sabia que esse tipo de bebida era proibido para mim. Mas naquela noite, naquela festa e com aquelas pessoas, eu precisava de alguns coles para me sentir viva. Então, peguei uma das garrafas da mesa e um copo, despejando o liquido no mesmo e logo o tomando. Aquilo ardeu e muito. E lá se foram uns três ou quatro copos daquele liquido ardente, até que sinto alguém sussurrar em meu ouvido.

- Alguém já disse que é a enfermeira mais sexy que existe - me virei de frente para a pessoa. Era Jason, ele estava vestido de vampiro, nada muito exagerado. Era bem a cara dele mesmo-

- Não. - disse e me escorei nele-

- Está bêbada? –perguntou ele surpreso, mas com um sorriso no rosto-

- É claro que não, estou sóbria - o empurrei de leve-

- Pois, não parece – riu- Está me parecendo que bebeu uísque.

- E daí? –bufei e logo começou a tocar uma música- Vem –puxei-o- Vamos dançar.

Dançamos ali mesmo na cozinha, naquela altura do campeonato eu não me importava a onde e com quem estava dançando. Só queria que aquilo não acabasse. Cheguei mais perto de Jason e logo estávamos nos beijando. Suas mãos desceram e ficaram a centímetros de distancia da minha bunda, mas logo elas subiram. Jason puxou mais para perto. Aquilo era bom, tê-lo ali era bom.....


Respondendo comentários anteriores:

Cáah Costa: kkkkkkkkk acho que Jason de príncipe seria meio estranho. Ele é mal, então sua fantasia deve mostrar o que é. Eu acho que as fantasias do dois combinaram, enfermeira tem acesso a sangue e vampiro gosta de sangue. Continuei, gostou?
Anôni: Continuei, a fantasia está ai :)
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Serial Killer - 2º Capítulo + Aviso

Um comentário: | |

- Da ultima vez ele escreveu com sangue em um espelho, no quarto de um homem de 26 anos "O diabo te recebera de braços abertos, Ansel Black", isso foi algo muito estranho... Sem sentido, ele faz coisas que não tem sentido, mas ele observa suas vítimas, se ele fosse apenas um assassino ele simplesmente escolheria alguém na rua e a mataria, mas ele não, ele sabe onde ela vai estar, ele as observa, porque se não fosse isso, como ele iria saber que o nome do homem era Ansel Black ? -falei olhando para a tela no computador que estava chiando, havia algo muito errado ali.